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Memórias da M por Rita Mexia
Fotografia | Isabel Saldanha

Gosto quando acordas a meio da noite e corres para a minha cama, te enroscas em mim porque tens frio, me pedes abraços de pescoço, pões as pernas no meio das minhas e adormeces a sorrir no conforto da minha asa.
Gosto quando me dizes “gosto de ti”, quando me pedes colo porque tens sono, quando me mostras que já tens pêlos nas pernas e perguntas com os olhos muito abertos:
- “estou a ficar crescido não estou, mamã?”.
Gosto que adores a Frozen, a Ana e o Olaf. Gosto que me peças o caderno da Frozen, só porque sim. Gosto que me peças todos os dias para irmos "à casa da Elsa" (que é como quem diz, quero ir à Eurodisney!). 
Gosto que gostes de música. Gosto que me peças para pôr mais alto no carro. Gosto que dances ao som da batida. Gosto que a oiças e a sintas.
Gosto do teu entusiasmo pelo Rugby. Gosto que vibres com a bola na mão, que sintas a adrenalina no corpo quando corres, que saibas que no rugby terás sempre o melhor: espírito de equipa e amigos para a vida.
 Gosto que não sejas sempre rapagão e durão das lutas, dos ninjas e das bolas, que também gostes do lado cor-de-rosa, que vejas que a vida é boa num equílibrio entre o estigma do azul e do rosa e que cresças saudável e feliz.
Gosto do teu cabelo loiro madeixado que mais parece o de um surfista no final de Verão.
Gosto quando me desafias. Quando me testas. Quando refilas. Quando me consomes a paciência.
Gosto da força que me dás quando te estás a borrifar se olham para os teus aparelhos auditivos, se te perguntam o que é, se te confrontam com a realidade que até tu te esqueces que é a tua...
Gosta da força com que me dizes: “quando tiver os anos do João, já não vou usar aparelhos”. Gosto tanto que penses assim... A determinação move montanhas, sabias? Quem sabe isso acontece mesmo?! Veremos quando lá chegarmos, mas até lá, vamos construindo o caminho que te dará o melhor que te conseguirmos proporcionar, caso a determinação que tens de sobra, não seja suficiente para guardar no passado os aparelhos que te ajudaram a crescer.
Gosto da tua resiliência, da teimosia, da ausência de noção que vais aprender as letras (e a ler) com 5 anos, da inocência quando dizes que vinte e dois (22) são 2 e 2, que saibas escrever o teu nome por repetição, o meu por memória visual, o do pai por sorte.
Todos os dias te vejo crescer. Vos vejo crescer .Todos os dias cresço contigo. Cresço convosco.
Ficaste recentemente sem os teus primeiros dentes. Vibraste! Tremeste de felicidade! Nem dormiste a pensar que a Fada dos Dentes aparecia durante a noite para te deixar um presente!
Deixaste-lhe uma bolacha na mesa de cabeceira. Ela foi uma "Fada querida cheia de luz e um fato cor-de-rosa" (descrição tua) e deixou-te duas moedas e duas cartas que guardaste no coração cheio de fantasia. 
Agora vem o Pai Natal em quem acreditas piamente e eu adoro ver-te sonhar com ele!
É a vida a acontecer!! 
Podia era ser só um bocadinho mais devagar.... Só um bocadinho.
Um beijo
M(ãe)

Disclaimer inicial
Não, isto não é um grito do Ipiranga. 
Não, não acontece só aos outros.
Sim, isto é a vida real. 
Sim, são histórias de vida.
Sim, isto acontece. 
Sim, fui eu que escrevi.

Posto isto, esclarecimento feito, vamos lá falar de coisas sérias...

Vamos lá falar de (des) amor!
Não conheço relações -  casamentos, uniões de facto, amizades, relações em geral – perfeitas e felizes. Nunca vi uma que o fosse! Nunca!
Isto de “ser feliz” tem tanto que se lhe diga... não acham?
O que é ser feliz para mim, não será para ti e vice versa.
As relações  estão em crise! Cada vez mais!
Há excepções, obviamente.  Mas regra geral, é transversal.
As pessoas acomodam-se. Não vivem. Sobrevivem. Os amigos não se abraçam. As amizades não se cuidam. 
Ninguém devia ficar com alguém na sua vida ou ao lado de alguém apenas por dependência (seja ela emocional, financeira, ou ambas).
Ninguém devia ficar no "porto seguro", no conforto e em relações unilaterais (e será que são unilaterais ou apenas inexistentes? Fica a dúvida!).
As pessoas mudam.
Pode ser aos 16, aos 20, aos 32, 40, 55, 60, ou 83 anos... não interesse a idade. Interessa a intensidade, o momento, o sentimento. As pessoas mudam!
As pessoas mudam quando percebem que encontram o amor. As pessoas sentem quando encontram um amigo para a vida. As pessoas sentem um amor incondicional, selvagem, único pelos filhos! As pessoas sabem! As pessoas sentem! As pessoas fingem! Fingem que não sentem! Fingem porque é mais fácil fingir do que agir.
Dizem que o "amor tudo cura", já eu, acho que dizê-lo dessa forma é demasiado pretensioso! Discordo, parcialmente. O amor pode ajudar a curar sim, mas também pode ferir de morte. Pode queimar. Pode corroer. Pode secar lágrimas. 
O tempo cura. O amor atenua. Acho que é mais por aqui o caminho.
O Amor tem várias formas de se manifestar e várias formas de se sentir!
O amor é química, é cumplicidade, é paixão, é entrega, é selvagem, é companheiro, é amigo, é loucura de querer estar, é ser fiel a si mesmo e aos seus sentimentos. É amar sem limites.
Viver um amor é arrebatador.
Viver sem ele é acomodação. 
Ninguém vive sem amor.  Sem paixão. Sem amigos. Sem entrega. Sem família. Sem beijos, sem abraços. Sem afecto. 
Ninguém devia morrer sozinho e, infelizmente, há muita gente a morrer de amor, sozinha, todos os dias.
E não devia ser assim. 
Um beijo
Rita Mexia
Fotografia | Facebook - Rodrigo Castelo


Sabem aquela sensação de orgulho que nos invade quando alguém de quem gostamos muito é bem sucedido, acaba o curso, passa no exame de condução, casa, tem um filho, é feliz? Sabem?
Pois... é exatamente este o sentimento que tenho pelo Rodrigo.
 Posso-me gabar de o tratar por Rodrigo, por Nini, por meu amigo.
Conheço o Chef Rodrigo Castelo desde sempre. Os nossos pais amigos desde sempre. Os nossos avós idem.
Ribatejanos de gema, nascidos na bela cidade de Santarém, em 1980. Eu Rita ele Rodrigo.
Entrámos na escola no mesmo ano. Ficámos na mesma turma na 1ª Classe. Tivemos o melhor professor de Escola Primária que podíamos ter tido, ficámos sentados lado a lado; não fosse eu Rita e ele Rodrigo.
Das melhores recordações que tenho do Rodrigo é a beleza, o seu sorriso, cabelo loiro caramelo, louco por toiros, louco pelo Benfica, louco por futebol um pequeno terror para as raparigas, simpático, empático e um furacão de emoções.
Todos os dias eu me balançava na cadeira e todos os dias ele me dava um toque de cotovelo e eu caía para trás. Todos os dias, ouvia a sua gargalhada fácil que contagiava os 28 que nos rodeavam. Eu ficava furiosa porque ele me via as cuecas, e ela ria perdidamente! O nosso professor era exemplar. Nunca nos separou. Achou sempre que ia dar uma bela amizade!
Veio a preparatória e o secundário.
Acompanhei de perto os namoros, as paixões,  dançámos o jogo da vassoura, fumámos os primeiros cigarros “Surf” às escondidas no campo dos Leões, nunca namorámos (fui das poucas miúdas!), assisti ao encanto pela Ana, o inicio do namoro com Ana, o amor pela Ana. Ligava-lhe todos os dias para casa nas férias... 28140 era o seu número. Tenho, até hoje, os desenhos que me fazia de pegas e de forcados guardados na caixa das memórias.
Depois a vida separou-nos. Ele foi estudar para fora. Eu vim para Lisboa. 
Outro período aconteceu na sua vida em que nunca o larguei da mão. Ele sabe qual é...
Passaram muitos anos. Eu casei. Ele casou. Vieram os filhos. 
Uma vez encontrámo-nos por acaso em Lisboa. 
Nesse dia o Rodrigo disse-me que ía embarcar numa aventura...  Ía abrir um restaurante em Santarém e largar a vida que tinha e que não o preenchia. 
Lembro-me de pensar que era preciso coragem e de logo ter sentido que ía correr bem!
 Hoje o Rodrigo é um Chef de Cozinha em ascensão. Um rapaz humilde que nunca se deixou levar pela fama. Amigo do seu amigo. Um rapaz que cresceu e enriqueceu a alma fazendo o que realmente o apaixona. Um amigo que me orgulha a cada conquista, a cada prémio, a cada feito novo.
A Taberna ao Balcão em Santarém é um restaurante de referência e de passagem obrigatória e mais recentemente O Mariscador em Lisboa um local a conhecer! 
Conceitos diferentes. A mesma mão. A mesma paixão.

Querido Rodrigo,
Que mantenhas sempre a essência. Que nunca te esqueças que o sonho comanda a vida e que a vida será sempre generosa para quem a trata bem!
Gosto de ti. Da tua família. Do teu sucesso.
Serás sempre o meu amigo Nini!
 Aquele que me emprestava o casaco no Inverno gélido da nossa terra porque eu tinha sempre frio. Aquele que me virava ao contrário para me mostrar que eu era a mesma pessoa mesmo de pernas para o ar, que me aturava os dramas (e eram tantos na adolescência), que me gamava o canhão da mota só me para ver irritada, que me guardava os cigarros quando eu ia para o treinos de trampolins, que me levava a pé a casa e voltava para a sua, que me dava o ombro, que me dizia as verdades, que me sorria com os olhos, que me pedia conselhos, que me dava os melhores. 
Aquele amigo que será o meu para a vida toda. Aquele amigo que me orgulha e me emociona a cada dia que passa. 
Mesmo de longe, estarei sempre aqui a aplaudir-te!
Gosto de ti, miúdo!
Um beijo

Rita M.


Temos andado longe (já nos seguem no instagram? Temos andado mais por lá nos últimos meses...) mas estamos de volta e renovados!
Este 2018 tirou-me o fôlego e ao mesmo tempo trouxe novos e bons ventos!
O ano começou a 1000, deixou-me trémula, receosa, desgastada, motivada com novos projectos pessoais e profissionais, confiante que a vida nos dá em dobro o que semeamos no bem, plenamente consciente que a vida tem sempre um lado B (om) - mesmo quando tudo parece desmoronar.
Este 2018 levou-me tempo de qualidade em família, tempo útil para o blogue, o Verão que me (nos) soube a pouco, andanças dificeis, decisões necessárias e mudanças inesperadas.
Trouxe-me gargalhadas espontâneas, família e amigos por perto, amigos cada vez mais firmes, filhos a crescer, e até agora trouxe-me mais 2 afilhados (e já são 6)! 
Vejamos o que me espera até ao fim do ano!
2018, trouxe-me (já no arrasto de 2017) o coração apertado e a noção que depois da tempestade nem sempre vem a bonança, mas que a verdade é que as tempestades também se podem fazer em copos de água. É tudo uma questão de perspectiva!
Com tudo isto, decidi mudar (também e mais uma vez) a imagem do blogue.
Não fazia sentido manter a imagem se eu mudei nos últimos tempos e o blogue é e será sempre um espelho, um reflexo meu! 
Decidi avançar para uma imagem mais “clean”, mais tranquila, menos formal (e mais bonita, quero acreditar!), dando a quem nos lê a serenidade que nos últimos anos a vida me tem ensinado a buscar, a encontrar e a viver! 
O logo e todo o layout foi construído pela Ana Garcês (podem encontrá-la aqui) a quem agradeço a paciência e dedicação.
Já lá vão alguns anos a dar vida a este blogue (3º makeover), e a Ana fá-lo sempre como se fosse a primeira vez.
É de louvar a pachorra!! Obrigada, querida Ana!!
Posto isto... quero agradecer a todos os que se mantiveram firmes desse lado e que não desistiram de mim (de nós)!! "Sois" uns valentes!
Promessa é dívida. Promessa cumprida. Estamos de volta!
Aqui sou feliz.
Um beijo no coração!!
M.


Imagem by Pinterest

Vamos entrar em "obras" aqui pelo blogue.
Dar uma nova "cara", uma nova cor, criar novos conteúdos e uma imagem (ainda) mais bonita!
Voltamos em breve!!
Até já!

Até lá andamos pelo Instagram.
Sigam-nos em:

https://www.instagram.com/memoriasdam_ritamexia/

Um beijo
M.

Fotografia | Feelings 4 Ever por Sandra Caracol

Quando, há 10 anos, me disseram para aproveitar cada momento porque o tempo passava depressa demais, nunca pensei que fosse tanto!!
Tinha 28 anos quando concretizei o sonho de ser mãe e foi um dos dias mais emocionantes da minha vida!
Recordo o momento em que te vi de olhos abertos a olhar para mim e sorrio! Sorrio sempre com a lembrança do meu pensamento quando te abracei no meu peito! 
Naquele instante, entre conhecer-te e guardar as horas do teu nascimento, percebi que a minha vida nunca mais seria igual. Vinhas pronto para abraçar o mundo e eu, tonta, não sabia ainda, mas estava pronta para te dar a mão e caminhar contigo lado a lado pela vida fora.
Nascias tu, meu João! O meu João Francisco.
Nascia eu de novo a 11 de Agosto de 2008.
Foste o bebé mais bonito que vi até hoje. O mais bonito!
Tinhas a doçura em ti, a beleza que transbordava, a ternura nos olhos e o mundo a teus pés.
10 anos de ti, meu amor.
És hoje um miúdo incrível e a beleza - essa -  mantém-se inconfundível!
Todos os dias destes 10 anos me deste a maior alegria do mundo... Ser tua mãe!
Estou-me sempre a repetir, mas a verdade é que foste o primeiro que me fez ter a certeza que ser mãe é a melhor forma de escrever uma história. 
A nossa história.
 Parabéns, meu Amor!!
Que sejas sempre muito feliz (e que continues sempre a andar de mão dada com a mãe)!
Um beijo
M(ãe)



Fotografia | Isabel Saldanha 
Este ano não faremos promessas que não conseguiremos cumprir.
Continuaremos a repartir as férias entre mãe e pai para cobrir os 31 dias de Agosto, mas este ano sem programas surpresa, sem emoções fortes e sem rumar a Sul para os dias de praia que tanto gostamos e privilegiamos no Verão.
Este ano teremos umas férias diferentes...  Vamos mudar de casa e entrar num novo l(ar).
Os miúdos andarão cá e lá entre Lisboa e Santarém, entre uma fugida à praia por aqui e uns mergulhos de piscina lá e a animação normal de estar na casa dos avós!
Já mudei de casa algumas vezes ao longo da vida, mas pela primeira vez estou a levar o “desapego” ao limite. Preciso de me libertar para abraçar uma nova forma de vida.
Voltamos ao T2. 
Volto sempre aos lugares onde fui feliz, e esta casa pequenina teve sempre o meu coração nela. Foi sempre a minha casa de eleição. A segunda casa que construí de raíz no mesmo prédio. Um projecto que cresceu juntamente com a minha barriga de grávida do João. Uma casa que faz 10 anos em Agosto (como o João). Uma casa onde as mudanças foram feitas na véspera do João nascer. Uma casa que recebeu os meus 2 filhos como o seu primeiro lar. Uma casa pequenina e a única que sinto -verdadeiramente - minha.
O desafio destas mini “férias” será descansar qualquer coisa no meio do caos, rezar para aguentar sem a praia que tanto gostamos, aguentar o ritmo de trabalho dos próximos meses, e seguir em frente sem cair para o lado!
Vou convicta que seremos mais felizes e isso é mais do que suficiente para não olhar para trás.
Boas férias (a quem as tiver).
Bom descanso (se for caso disso)!
Um beijo no ❤
M.
Imagem | Pinterest
Hoje é o dia dos Avós.
Os avós são feitos de amor. Deixam os netos fazer tudo. Riem-se de coração com tudo o que fazem e dizem. Tudo tem graça. Tudo é especial. Tudo é doce. 
Deixam-nos comer gelado mesmo que a sopa tenha ficado no prato. Levam-nos ao parque até se fartarem. Permitem-lhes todas as vontades. 
Os avós amam sem medos. Sentem de forma diferente. Vivem os netos com a sensação que não há tempo a perder. Os avós vivem com sentido.
Os avós modernos aproveitam os netos à maneira deles. Não a tempo inteiro (nem a meio tempo!) mas vivem cada minuto, cada segundo, cada sorriso, cada gargalhada como se fosse a última!
Nada melhor que neste dia, deixar os meus filhos com os melhores.
A próxima semana será todo deles. Os 4 de férias a aproveitar o melhor que a vida nos dá. 
Os meus pais são os típicos avós que estragam com mimos mas educam no sentido certo. A avó ensina-lhes que a melhor forma de viver, é com o coração nas coisas que nos fazem felizes. A avó que não lhes dá gomas, mas que os enche de açúcar em forma de beijinhos. O avô, que lhes ensina tudo sobre Aves, a natureza, ea arte de semear e colher, plantar e saber esperar. 
Os avós têm a paciência que eles precisam. O tempo que eles tanto nos exigem, a sabedoria da idade. Os avós são feitos de amor. De amor incondicional. 
Feliz dia dos Avós a todos os avós!
Um beijo
M.
Fotografia com pouca qualidade porque por uma questão de privacidade cortei as minhas colegas 

Partilhei uma fotografia no meu Instagram (podem ver em baixo e desculpem a péssima qualidade) e recebi tantas mensagens boas e com perguntas tão pertinentes que decidi partilhar aqui no blogue também. 
Há 6 meses, enchi-me de coragem, tirei do armário os meus sapatos de Sevilhana guardados há 20 anos e voltei a dançar.
Procurei uma Escola que me ajudasse a relembrar passos, a readquirir equilíbrio e coordenação e acima de tudo uma escola com boa onda, com pessoas com que me identificasse à partida e uma Professora que soubesse verdadeiramente o que está a ensinar.
Para quem perguntou, encontrei a Escola de Dança Raquel Oliveira e senti-me em "casa" logo na primeira aula.
Dançar Sevilhanas (como qualquer coisa a que nos propunhamos) é muito dificil. Requer treino, dedicação, motivação e empenho.
Decidi que era altura de voltar a desafiar-me e avancei.
Foram 6 meses de superação. Cada aula melhor. Cada aula mais um passo. Cada aula mais uma vitória. Todas as aulas com disciplina e muitas gargalhadas!
No passado Domingo foi a Festa de Final de Ano da Escola de Dança Raquel Oliveira e foi mágico.
24 anos passados desde a primeira vez, voltei a dar vida aos meus sapatos numa actuação cheia de emoção e simbolismo.
Superei-me. Desafiei-me. Voltei às “Lides”.
Em Setembro regressarei e tentarei concilar Sevilhanas e Flamenco. Mais um desafio!!
Dúvidas houvesse... 20 anos depois, ainda sei dançar! OLÉ!

PS. - Respondendo à pergunta: 
- "calças o mesmo número desde os 14 anos?"
- Não! Na verdade calço o mesmo número (35) desde os 12 anos!!! (ehehehee)

Para saber mais sobre a Escola de Dança Raquel Oliveira, cliquem aqui!

Quem se quer juntar a nós a partir de Setembro?
Um beijo no ❤
M.


A fotografia possível (via telemóvel) pela mão do meu querido pai | @João Mexia


Conheci a Sandra Caracol e a sua Feelings 4 Ever por acaso e num acaso feliz, criámos as condições necessárias para um momento espectacular em família.
A Sandra tem o dom de nos deixar à vontade, de fazer da fotografia um "clique" de amor, um momento guardado na eternidade, momentos fraternos de cumplicidade captada de forma tão natural, que quase nem demos pela sua presença!
A Sandra conseguiu captar a nossa essência com a sua lente mágica e é isso que distingue um fotógrafo de um bom fotógrafo!
Não acreditam? Vejam estas fotografias!





Para quem já se deliciou com estas fotografias lindas e quer ter um desconto de 20% numa sessão fotográfica com a querida Sandra, basta:
  •  Fazer like na página de facebook da F4E aqui
  •  Gostar do Memórias da M aqui e se tiverem instagram seguir aqui!
  •   Enviar uma mensagem à Sandra com o código MdM (válido até 31 de Agosto) e marcar o dia mágico!
Simples não é?!
Bons cliques!
Um beijo
M.



Fotografia | 1º dia Jardim-Escola 







Fotografia | último Ano - 2017 - 2018

Em Setembro de 2017, escrevi aqui que este seria um ano difícil e emocional por ser o último ano do João nesta Escola.
9 anos de histórias. 9 anos de bibes de cor diferente. 9 Educadores / Professores diferentes.
Hoje é dia de festa de final de Ano Lectivo e dia de emoções (não precisam ser emoções fortes que eu sou uma chorona incurável).

Sou a mãe que chora na ginástica, que se arrepia na aula de música, a mãe a quem as lágrimas saltam sem pedir licença, a mãe que alinha em tudo na escola, a mãe que faz o pino se isso lhes arrancar um sorriso, aquela mãe que tem sempre um piscar de olho pronto em jeito de motivação por terem falado bem na aula de inglês, acertado as contas de matemática ou lido bem o texto na aula de Português.

Lembro-me, no dia em que o João entrou nesta escola, de pensar no dia de hoje.
 O fim de um ciclo no Jardim - Escola que o acolheu, que viveu com ele as “dores” de crescimento, que lhe deu bases para o desenvolvimento, que o ajudou a tornar-se o rapaz que hoje é...
Emociono-me sempre nos finais de ano. Mais um ciclo que se fecha. Mais um bibe que conta histórias.

O João teve educadoras e professores extraordinários que gostam do que fazem, que tem o dom de ensinar e que batalham todos os dias para que os meus (nossos) filhos sejam, no futuro, adultos com valores firmes, com bases sólidas fortalecidas por laços de amor e amizade.

O João foi muito feliz na escola. Brincou. Aprendeu. Encontrou os melhores amigos. Cresceu!
A todas as educadoras e professora(e)s agradeço terem ajudado o meu filho a crescer (algumas andam por aqui!), no entanto, hoje, particularizo o agradecimento ao Professor A. (também por cá anda e não está, certamente, à espera disto !), o Professor do emocionante 4º ano!
Há 30 anos eu tive um professor na Escola Primária. 
Um professor que era, de longe, uns dos melhores da sua geração. 
Alternativo, diferente na abordagem, consciente das diferenças, ágil no trato, nem sempre convencional, mas profundamente apaixonado pela arte de ensinar.
O professor A. lembra -me muito o meu Professor de há 30 anos.
Estou certa que a admiração e estima que o João tem pelo seu professor do 4º Ano, levará com ele pela vida fora.
Nele ficará sempre um bocadinho do professor A., tal como ainda hoje tenho em mim um bocadinho do meu Professor Rodrigues.

Hoje o meu beijo vai, em jeito de agradecimento, para todos os professores que amam a profissão, que todos os dias dão o melhor de si pelo desenvolvimento e pelo crescimento dos nossos filhos.

Obrigada a todos pelo empenho e dedicação, nem sempre devidamente reconhecidos.
Um beijo no ❤
M. 

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SOBRE MIM

RITA MEXIA, 39 anos. Ribatejana de gema. Alfacinha de coração. Mãe do João e do Duarte. M de apelido e mexida por natureza!

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