Dia de cuidar do amor por nós próprios, do amor pelo(s) outro(s), do amor -
incondicional - pelos filhos, do amor pelos amigos, do amor pela família.
Falar de Amor (sempre com A grande) é falar de emoções, de sensações (boas), de paixão, de corações que sorriem. Falar de Amor é falar com o coração. É falar de comunhão.
Manter o "Amor" vivo em nós é uma das maiores e mais bonitas tarefas que temos na vida!
Dá um trabalhão, mas vale cada segundo. Cada vitória. Cada dia que passa.
Deêm mais as mãos, andem mais de braço dado, deêm mais abraços de pescoço a quem amam (os meus filhos adoram abraços de pescoço!), digam mais vezes "Gosto de ti", partilhem mais sorrisos, partilhem mais emoções!
Acreditem no Amor mesmo nos dias em que tudo parece desmoronar.
Feliz dia do Amor - hoje e sempre! ❤
Um beijo no coração,
Rita Mexia
Rita Mexia
"Hoje, fiquei de
coração partido e ao mesmo tempo feliz pela força que alguém, que enfrenta a
merda de um cancro me passou em parcas palavras.
Uma mulher, como
eu, mãe, jovem, bonita, que enfrenta o maior desafio da sua vida.
- “Fdp do
cancro”: disse-lhe eu.
- “vou dar cabo
dele”: disse-me ela.
- “Que venha rápido o Verão que quero pôr a careca ao sol”.
- “Que venha rápido o Verão que quero pôr a careca ao sol”.
Uma mulher cujo corpo está doente mas a mente profundamente
realista, sã e saudável. Tenho a certeza que é meio caminho para a vitória!
Hoje, emocionei-me e vim para casa com vontade de viver. Sonhar e concretizar. Dar ainda mais valor ao valor que a vida tem. Não adiar o inadiável.
Hoje não foi mais um dia. Foi menos um dia que o tempo e a vida nos deu para cá andar.
Vamos aproveitá-lo.
Somos viciados em desimportâncias. Em verdadeiras merdas que não têm interesse nenhum.
Hoje, emocionei-me e vim para casa com vontade de viver. Sonhar e concretizar. Dar ainda mais valor ao valor que a vida tem. Não adiar o inadiável.
Hoje não foi mais um dia. Foi menos um dia que o tempo e a vida nos deu para cá andar.
Vamos aproveitá-lo.
Somos viciados em desimportâncias. Em verdadeiras merdas que não têm interesse nenhum.
E não pode ser
assim. Não pode, mesmo. "
Este é um post que escrevi ontem no meu instagram e que hoje partilho com
os que me seguem por aqui também.
Depois de publicar isto, recebi a notícia que mais uma amiga - outra amiga - está a passar pelo mesmo. Cancro de Mama. Esse maldito!
Duas no mesmo dia. Um nó na garganta. Um aperto no peito. Um murro no estômago.
Duas no mesmo dia. Um nó na garganta. Um aperto no peito. Um murro no estômago.
Outra mulher, mãe, jovem, bonita, minha amiga há tantos anos que já lhes
perdi a conta, uma das minhas pessoas do coração, uma força da natureza, um furacão de emoções.
Esse fdp do Cancro. Esse grande fdp!
O Cancro existe. Todos temos alguém próximo com a lutar contra ele. Todos conhecemos casos de dor e outros de sucesso. Amanhã podemos ser nós. Ninguém está livre de se cruzar com esse monstro no caminho.
Este texto é para ler, interiorizar e pôr em prática.
Vamos lá aproveitar a vida e o tempo que a vida nos dá para cá andar.
Não adiem o inadiável.
Vamos todos tentar fazer mais e melhor por nós e pelos nossos.
Vamos todos tentar fazer mais e melhor por nós e pelos nossos.
Marquem aquele café com aquela amiga que não veêm há meses, marquem aquele almoço de família adiado porque as agendas não cruzam, façam aquela viagem que há tanto querem e por falta disto ou daquilo vão deixando para depois, digam aos que amam que gostam deles (mas digam mesmo!), não digam tanta vezes "não tenho tempo", pensem menos, ajam mais.
Sejamos todos mais felizes hoje. Amanhã, pode ser tarde demais.
Um beijo no coração,
Rita Mexia
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| Fotografia | Sevilha 2018 |
Vivo a vida a correr sem saber bem onde vou chegar. Vivo com o coração acelerado, os passos coordenados, os planos alinhados.
Vivo os sonhos até me faltar o ar.
Sonho acordada, durmo iluminada pelo verbo "Confiar" e acredito piamente que a vida sabe onde me vai levar.Vivo os sonhos até me faltar o ar.
Peço que a vida não fique para depois porque depois é sempre longe demais para quem vive os sonhos acordado sem receio do que segue sem parar.
Os sonhos, os planos, os desejos podem caber na palma da mão, e serem maiores que mundo. Depende da perspectiva. Depende sempre.
Somos do tamanho dos nossos sonhos.
Basta acreditar!
Um beijo no coração,
Rita Mexia
Um beijo no coração,
Rita Mexia
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| Fotografia | Mãe |
Vai
fazer um ano que o Duarte colocou os aparelhos auditivos.
Um
ano! Já passou um ano!! Parece que foi ontem!
O
Duarte adaptou-se a aos aparelhos como se sempre os tivesse usado. E nós? Nós
fomos contagiados pela boa energia dele e reagimos da mesma forma!
Ele
tira, põe, cuida, limpa, guarda na caixa... faz tudo.
Todos
os dias tem a preocupação de levar a caixa no bolso do bibe para o caso de os
querer tirar, ou acabar a pilha ou estar, simplesmente, a magoar e/ou muito
barulho e cansado. Ele gere como bem entende. Não interferimos (muito). Vamos
controlando, mas sem exigências.
Nestes
365 dias, nunca o pressionámos. Usou, sempre que quis e tirou sempre que quis.
Sem pressão.
Tivémos dias em que acordou e
os pediu de imediato, outros em que se lembrou passado umas horas, mas também
houve fins-de-semana inteiros em que nem olhou para eles.
A adaptação não podia ter corrido melhor e
estou certa que só aconteceu assim pela forma como nós (pais), irmão, família e
amigos reagimos e lidámos com a situação.
O assunto foi tratado com a normalidade
possível, fizemos tudo para se sentir bem, não o forçámos a nada. Tudo foi
avançando à medida que ele se ia sentindo confortável para dar o passo
seguinte.
Acho mesmo que o truque foi desmistificar,
deixar rolar, deixar que fosse o Duarte a dominar o processo, que ele sentisse
realmente as mais valias de ter os “super poderes” nos ouvidos e não apenas na
caixa a enfeitar.
O tempo e a tranquilidade foram os nossos
maiores aliados e a verdade é que hoje, passado um ano, até se esquece de os
tirar para dormir.
O Duarte tem 5 anos e reage como uma criança
com 5 anos!
Sou uma mãe orgulhosa na forma descontraída
como ele encarou esta adversidade e nos deu uma lição de como ser feliz
sem ligar a pormenores.
Tem o cabelo curto por opção, joga rugby,
anda na natação, tem um desenvolvimento normal para a idade, corre, joga à
bola, brinca... faz a vida dele como qualquer criança!
Esconder? Nunca!
Os "super poderes azul e encarnado"
fazem parte dele e que lindos que lhe ficam!
Sabem qual foi a maior prova de que o Duarte
é muito feliz?
Teve um trabalho na escola onde o objectivo
era representar um menino feliz, moldando o desenho com colagens, pintura e/ou
desenho.
O Duarte fez um menino a sorrir, olhos
grande, pestanas longas, cabelo claro e sabem que mais? O menino feliz do
Duarte (como representação do próprio) tinha um aparelho azul no ouvido
esquerdo um aparelho encarnado no ouvido direito.
Melhor prova que esta? Não há!
Devíamos todos olhar para as crianças e absorver a normalidade com que lidam com o
pormenor, que sendo apenas um pormenor físico visível, para eles faz toda a
diferença entre serem crianças felizes ou crianças muito felizes!
E são. Muito felizes.
A surdez infantil existe! Não façamos
dela um tabu!
Um beijo no coração 💙
Rita Mexia
Quem vir esta imagem, pensa que é só uma fotografia a uma mesa, duas cadeiras e um fundo a preto e branco com o meu número preferido (17) na cauda de um avião... mas não! Não é só isso! É uma fotografia que conta uma história; e é de histórias que a vida é feita.
Estive no
renovado Café “Central” em Santarém onde as memórias de infância me invadiram
assim que lá entrei.
Estes eram - noutros tempos e com outra decoração - os “lugares cativos” dos meus avós.
Todos os
dias - durante muitos anos - estes lugares estavam reservados para o Sr. Mexia
e para a Sr.ª D. Guilhermina, onde tomavam café a seguir ao almoço. Aqui passavam
a tarde e conviviam com os amigos. As senhoras faziam crochê, os senhores liam
o jornal e falavam da actualidade.
O meu avô -
um homem instruído e culto para a época - gostava de ler, coleccionar livro e
selos. Adorava trabalhar e orgulhava-se de nunca ter tirado a carta. Dizia que
não lhe fazia falta porque tinhas pernas altas para o levarem onde quisesse.
Era um homem
com uma caligrafia ímpar, reservado, adorava viajar e dizia-me que passear nos
tornava pessoas melhores.
Falava-me do
Egipto e eu, em 2007, lá fui ver com os meus olhos o que ele tinha visto muitos
anos antes.
Um homem que
às refeições me servia um copo de leite e dizia que o leite “fazia bem aos
ossos e me faria crescer forte e saudável”.
Recordo que
– quase – todos os Domingos e Feriados almoçávamos no Central.
No fim do
almoço, eu levava o meu avô - a quem quis os destino roubar as
pernas que tanta falta lhe faziam - até ao seu lugar onde o “garoto” lhe era
servido no ponto.
Dava-me sempre
uma moeda e dizia para as juntar para estudar. Para nunca me esquecer de
estudar!
A minha avó:
uma mulher bonita, cabelo impecável com a sua madeixa branca, unhas sempre
arranjadas e pintadas de encarnado, mau feitio e rezingona; fazia-lhe companhia
de corpo presente, enquanto punha a conversa em dia com as amigas.
Um dia de
Abril, almoçámos, levei-o na cadeira de rodas até ao seu lugar e despedi-me -
como sempre fazia. Nesse dia o meu avô disse mais do que o costume. Disse-me
que tinha a certeza que eu seria uma grande Mulher e que teria um futuro bonito. Deu-me duas moedas e
fechou-me a mão.
Foi a última vez que o vi...
Foi a última vez que o vi...
Uns minutos
depois, após beber o seu "garoto", o coração parou. Caíram-lhe os
óculos, depois o jornal. O coração cansado parou ali, diante de todos como se
tivesse adormecido num sono profundo.
25 anos
volvidos, olho para estas cadeiras enquanto as fotográfo e quero acreditar que
ali estão eles, o avô João Mexia a beber o seu garoto no ponto e a avó Guilhermina Mexia a
beber o seu café pingado enquanto olham para mim e exclamam com o entusiasmo de quem nunca duvidou:
“Vês como cresceste forte e saudável?! Estás uma Mulher!!"
Esboçei um sorriso enquanto tirava a fotografia e imaginava esta cena a acontecer ali, diante dos meus olhos e do meu coração.
Segui o meu caminho feliz, porque o "futuro bonito" somos nós que o construímos.
Basta acreditar e confiar!
Segui o meu caminho feliz, porque o "futuro bonito" somos nós que o construímos.
Basta acreditar e confiar!
Um beijo
Rita Mexia
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| Copo Térmico para o Rugby |
Quem me acompanha no blogue há mais tempo, conhece a minha prática em organizar as “marmitas” cá de casa.
A praia já se
foi há muito. Regressámos às aulas . Voltámos à rotina e com ela vieram também as
preocupações normais de uma mãe em construção.
O meu filho João
mudou de escola em Setembro e com ele mudou também o ritmo, que se tornou mais acelerado e exigente. Mudaram os horários e mudaram as refeições; que passou a levar
consigo- quase - todos os dias.
Esta mudança de
hábito, levou-me a procurar uma marca que ajudasse a tornar este processo
mais fácil, não me obrigando a gastar uma fortuna e mantendo a qualidade que
considero imprescindível.
Queria um
produto que me desse a tranquilidade (e a ele!) na segurança, preservação e frescura dos alimentos, e no transporte, quer de líquidos ou
sólidos, em total segurança (sem desgraçar o material escolar, se não fosse pedir
muito).
Cá em casa somos
práticos nas nossas escolhas. Escolhemos alimentos saudáveis, simples e
coloridos os pratos para que as refeições se tornem um momento divertido.
Encontrei a TEFAL que lançou as Caixas MASTERSEAL que são uma solução inovadora. “Livres de BPA, são 100% herméticas, anti
derrame de líquidos, anti odores externos e anti germes.”
Eu recomendo as rectangulares (por ser mais prático para mim, apenas por isso), mas no mercado há em 3 formatos (retangular, quadrado ou redondo) e em 19 tamanhos, imaginem!
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| Marmita para a Escola |
Eu recomendo as rectangulares (por ser mais prático para mim, apenas por isso), mas no mercado há em 3 formatos (retangular, quadrado ou redondo) e em 19 tamanhos, imaginem!
Podem ser
também adquiridas em conjuntos de 3 ou 5 peças.
Existem
igualmente em Vidro, ideais para irem ao forno e Microondas, abrangendo as diferentes
necessidades de consumo.
E porque a TEFAL é inovadora, têm ainda os Copos Térmicos dos quais estou fã!
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| Copo Térmico para a escola |
E porque a TEFAL é inovadora, têm ainda os Copos Térmicos dos quais estou fã!
Os copos (o bocal
é circular e a abertura fácil em click), são revestidos a silicone e 100%
herméticos. Práticos e ideais para os meus filhos levarem para os jogos de
Rugby (e para eu levar para o escritório!) no Inverno gélido com uma bebida quente ou no Verão para os sumos
naturais e bebidas frescas.
Disponíveis em
várias cores, os copos de 0,36L mantêm as bebidas quentes até 4h e frias até 8h.
Alguém por aí com boas referências também?
Partilhem comigo!!
Um beijo
Rita Mexia
Alguém por aí com boas referências também?
Partilhem comigo!!
Um beijo
Rita Mexia
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| Créditos | Artistry Fotogafia cedida pela marca |
ALERTA!!
PASSATEMPO NO INSTAGRAM DA M!
PASSATEMPO NO INSTAGRAM DA M!
Vamos começar bem o Ano Novo? Sim?!
Este passatempo vai decorrer apenas no Instagram, mas convido-vos a passar por lá AQUI para participarem!
Este passatempo vai decorrer apenas no Instagram, mas convido-vos a passar por lá AQUI para participarem!
Em parceria com a marca Artistry tenho para vos oferecer um conjunto Artistry studio NYC Edition composto por:
- Cor de Olhos 2 em 1 (Brooklyn Brown);
- Bálsamo Labial com Cor (City Coral) e
- Máscara de pestanas (Gotham Black) (imagens em baixo).
A Artistry apresenta Artistry Studio
NYC Edition, uma nova gama para amantes de beleza inspirada nas cidades
mais importantes do mundo.
Artistry Studio é uma marca de maquilhagem dedicada aos
amantes da beleza de todo o mundo.
Inspirada nas cidades mais famosas a nível
mundial, cada coleção de edição limitada capta a essência das mesmas,
representando-as com cores, texturas e aromas, desenhados para dar liberdade à
artista que tens dentro de ti.
Da arte à cultura, passando pela moda, a
Artistry celebra as coisas que nos apaixonam!
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| Créditos | Artistry Fotogafia cedida pela marca |
Artistry Studio™ NYC
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imprescindível para que possas desfrutar de looks distintos e pintar os teus
olhos de mil maneiras diferentes. Um rímel, vários olhares!
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volume, aumenta o comprimento e separa as pestanas com uma única utilização!
Usa a posição alongada para adicionar volume, gire para a posição mais curta
para levantar as pestanas e use o lado diagonal do pincel para separar as
pestanas.
Tom disponível: Gotham Black
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Artistry Studio™ NYC Edition - Bálsamo
Labial com Cor
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O chique da cidade requer um toque de cor nos
lábios. Este bálsamo labial com cor está formulado para hidratar os lábios, ao
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da caneta, proporcionando o máximo de versatilidade. Usa cada lado
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exclusivo em www.amway.pt ou através dos distribuidores independentes
Amway.
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| Fotografia | Artistry
Para se habilitarem só têm de:
1) Ser seguidores da minha página de Instagram AQUI;
2) fazer gosto na publicação;
4) Identificar três amigas na publicação e deixar um comentário original;
5) Podem participar mais do que uma vez,
desde que identifiquem pessoas diferentes (não serão aceites tags em celebridades ou páginas de marcas);
6) Podem participar até às 23:59 de dia 06.01.2019
8) O(a) vencedor(a) será escolhido
aleatoriamente e anunciado nos instastories no dia 07.01.2019.
Boa sorteeeee!!!
Bom Ano!!
Um beijo no ❤
Rita Mexia
|
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| Fotografia | Isabel Saldanha |
Mais uma volta, um
piscar de olhos e já cá estamos novamente no balanço do Ano! Meu Deus... tão
intenso e tão veloz que foi!
Avançámos com uma das decisões mais difíceis
da nossa vida. Colocámos aparelhos auditivos ao Duarte.
Se ao início tudo pareceu estranho, hoje faz
parte da rotina.
Uma nova realidade. Um mundo mais claro para
ele. Um mundo mais bonito para todos nós.
Mudámos as rotinas de família. Mudámos de
casa. Não descansei. Não fomos de férias a lado nenhum. Fui menos vezes a
Santarém do que gostaria. Nem sempre disse o que pensava e nem sempre
estive com de quem mais amo.
Eu fiz 38 anos. Ele fez 39. Sentimo-nos
cansados como se tivéssemos 80.
Em – quase – 365 dias, conto pelos dedos de
uma mão (foram 4), as noites que dormi inteiras. Sem acordar. Sem
reboliço. Sem chichis. Sem sobressaltos.
O Duarte continua no Rugby com a mesma garra
e determinação.
Na escola, tudo se tornou mais bonito. A voz
dos amigos ficou mais clara. A vida ficou mais leve.
Passou, em Setembro, para o ano que o está a
levar às letras: aprender a ler e escrever com 5 anos.
O João terminou uma etapa importante e
começou uma nova igualmente importante. 5º ano. Escola nova. Amigos novos.
Desafios permanentes. Novas rotinas. Liberdade e máxima responsabilidade.
Continua no Rugby. Não por paixão, mas por
companheirismo, por amizade, por Lealdade. Na minha perspectiva de mãe, vale
mil vezes mais!
Perdi muitas vezes a paciência com coisas sem
importância.
Agarrei-me ao meu trabalho. Ganhei sempre
forças nele. Abraçei desafios. Nunca me nego. Aceito-os sempre com determinação.
Não voltei a São Tomé como estava pensado (e
tantas vezes sonhado). Não voltei a Taizé como queria. Fomos a Sevilha 3 dias.
Não fomos à EuroDisney. Não andámos de braço dado. Aprendi (ainda mais) a viver
com as adversidades. Tornei-me mais forte e mais cansada. Tudo ao mesmo tempo e
na mesma proporção.
2019 será outro Ano Novo sem planos.
O que desejo? O mesmo de sempre!
Que Deus me ajude a terminar este ano e que
me traga um 2019 mais tranquilo. Que a saúde nos abrace. Que os amigos e a
família nunca nos faltem. Que nunca me falte o sorriso.
Desejo-vos um Feliz Natal e um 2019 cheio de
saúde, família e amigos por perto!
O resto? O resto vem! Basta confiar e
Acreditar!
Um beijo no ❤
Rita Mexia
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| Imagem | Pinterest |
Hoje venho falar-vos (novamente) das Festas de Natal da escola dos nossos filhos.
Já estão a sorrir ou de lágrima no canto do olho?
Pois bem, os pais nas festas de Natal dos filhos
transformam-se em verdadeiros malabaristas.
Vamos por partes...
Chegados ao local da festa, os pais estão colados à porta. Quando entram, começam por saltar cadeiras
para chegar em primeiro lugar à fila da frente aos encontrões às pisadelas e afins.
Depois, já sentados, começam a preparar o material de registo do momento!
Assim que abre o pano e entram os artistas, os pais levantam-se imediatamente (e ninguém vê nada) e iniciam um abanar de braços e um sem número de viragens de pescoço a tentar desesperamente que o filhos os vejam, quando os miúdos só vêm luzes e holofotes e gente de braços no ar a gritar “estamos aquiiii!!” “Miguelllllllll!!!! Olha a mamã!!!” Carlota, filha... estamos a Oeste da sala!” Aqui Inês!!! Aqui às 2horas! Guia-te pelo relógio, filhota!”
Depois, já sentados, começam a preparar o material de registo do momento!
Assim que abre o pano e entram os artistas, os pais levantam-se imediatamente (e ninguém vê nada) e iniciam um abanar de braços e um sem número de viragens de pescoço a tentar desesperamente que o filhos os vejam, quando os miúdos só vêm luzes e holofotes e gente de braços no ar a gritar “estamos aquiiii!!” “Miguelllllllll!!!! Olha a mamã!!!” Carlota, filha... estamos a Oeste da sala!” Aqui Inês!!! Aqui às 2horas! Guia-te pelo relógio, filhota!”
Os míudos começam imediatamente com reflexos
condicionados adquiridos a acenar para a multidão (sem verem absolutamente
nada) enquanto os pais bracejam, fazem o pino e se equilibram entre as cadeiras
para que os vejam. E eles? Continuam na vida deles. A olhar. A sorrir com aquele
nervoso miudinho de quem vai ter o seu momento de glória durante 21 segundos.
Dão inicio ao espectáculo, e lá vem a choradeira...(mais das mães, creio eu...)
Ficamos embevecidos enquanto as nossas crias andam para
ali de um lado para outro, a olhar para todo o lado, saltam ou dançam
descoordenados, cantam (ou berram), mas são tão fofinhos que dá vontade de ir lá
apertar-lhes as bochechas de tão orgulhosos que ficamos.
A festa dura uma eternidade e os nossos filhos e os
colegas actuam 1 minuto e meio... no máximo! Mas não faz mal nenhum! Faz parte do processo de socialização e crescimento da criança e cabe aos pais incentivar e motivar estes acontecimentos tão importantes no (e para o) seu desenvolvimento.
São momentos como estes que lhes vão promovendo a auto confiança e o auto controlo.
Eu emociono-me sempre nas festas da escola, mas deixo-me ficar nas filas de trás. Vejo na mesma e o que mais me interessa? Que eles saibam que seja qual for o lugar da sala onde esteja, estou lá. Orgulhosa! Sempre!!
São momentos como estes que lhes vão promovendo a auto confiança e o auto controlo.
Eu emociono-me sempre nas festas da escola, mas deixo-me ficar nas filas de trás. Vejo na mesma e o que mais me interessa? Que eles saibam que seja qual for o lugar da sala onde esteja, estou lá. Orgulhosa! Sempre!!
Há alguém por aí que se reveja nesta descrição?
Partilhem!
Um beijo
Rita Mexia
Tenho um problema de gestão de emoções com mães e pais (especialmente, mães)
prepotentes e que acham que os filhos são imaculados, que os filhos nunca fazem
nada e que os outros é que os influenciam negativamente.
Os nossos filhos são um reflexo (bom ou mau) do que lhes
transmitimos ao longo da vida, dos nosso exemplos, dos valores que praticamos,
das nossas ideias e convicções, mas também são seres autónomos, pensantes, indíviduos
a construir a sua personalidade, a firmar as suas posições, a ganhar o seu
espaço no mundo (louco) em que vivemos.
Mães e pais perfeitos, não existem.
Existem pais e mães que dão o melhor de si, que fazem o
melhor que conseguem (ou acham que fazem), que aprendem a ser pais com a
experiência, com os erros, com a frustração, com as quedas, com as alegrias...
Pais que sabem que não há dois filhos iguais, que educar
é uma das maiores provações da nossa na vida e que ter filhos não é só apregoar que lhes damos valores, educação e conceitos de boca; é dar bases sólidas para
que tenhamos futuros adultos independentes e conscientes que os pais andam lado
a lado e de mão dada com eles, mas que se caírem, tem que se levantar sozinhos,
limpar as feridas, gerir frustrações e seguir em frente.
Fico sem palavras (coisa rara!) quando me deparo com mães e pais que se
atropelam na defesa incondicional dos filhos, que não dão o benefício da dúvida,
que não ouvem o outro lado, que não percebem que isso só dá às crianças a
prepotência de ter as “costas quentes” e a noção, totalmente deturpada, que a mãe ou o pai (ou ambos!) estão lá sempre para pôr em causa por eles.
- “O meu filho nunca faria uma coisa destas”... ou " conheço bem o meu filho e não fez isso..."
Dizer isto é tão perigoso...tão perigoso.
Os nossos filhos são crianças. Nós também já fomos, lembram-se?
As crianças são diferentes em ambiente social e diferentes em casa. Os miúdos testam limites. Tentam a sorte. Testam autonomia. Vibram com ela.
Não sou uma mãe negligente. Não sou uma mãe pouco atenta.
Não sou, de todo, uma mãe controladora. Dou liberdade e exijo responsabilidade. Tal
como os meus pais fizeram comigo (e até ver não correu mal!).
Eu sou da geração "rasca".
Daquela que se viu "à rasca" para se firmar, para se afirmar!
Os meus filhos vivem noutra geração. Bem diferente da minha. Muito mais aberta, muito mais permissiva, muito mais disponível e acessível e também, muito mais perigosa (o progresso e os dois lados da moeda!).
Queira Deus (e a educação que lhes
incuto em casa) que os meus filhos sejam homens com respeito pelo outro, que
saibam tratar uma senhora com educação e cuidado, que se dêem ao respeito e
sejam respeitados no limite da sua liberdade sem que para isso precisem de se
esconder ou apoiar na saia e na asa da Mãe e do pai.
Queremos futuros adultos firmes, bem formados, autónomos e indepentes e não miúdos mimados, insolentes e meninos da mamã.
Pronto. Já disse.
Um beijo
Rita Mexia
















