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Memórias da M por Rita Mexia

Hoje é dia de afectos. 
Dia de cuidar do amor por nós próprios, do amor pelo(s) outro(s), do amor -
incondicional - pelos filhos, do amor pelos amigos, do amor pela família.
Falar de Amor (sempre com A grande) é falar de emoções, de sensações (boas), de paixão, de corações que sorriem. Falar de Amor é falar com o coração. É falar de comunhão.
Manter o "Amor" vivo em nós é uma das maiores e mais bonitas tarefas que temos na vida!
Dá um trabalhão, mas vale cada segundo. Cada vitória. Cada dia que passa.
Deêm mais as mãos, andem mais de braço dado, deêm mais abraços de pescoço a quem amam (os meus filhos adoram abraços de pescoço!), digam mais vezes "Gosto de ti", partilhem mais sorrisos, partilhem mais emoções!
Acreditem no Amor mesmo nos dias em que tudo parece desmoronar.
Hoje celebra-se o dia do Amor. Da amizade. Do companheirismo. Da cumplicidade. 

Feliz dia do Amor - hoje e sempre! ❤

Um beijo no coração,
Rita Mexia






Imagem | Google

De ontem, dia 06-02-2019 no meu Instagram aqui:

"Hoje, fiquei de coração partido e ao mesmo tempo feliz pela força que alguém, que enfrenta a merda de um cancro me passou em parcas palavras.
Uma mulher, como eu, mãe, jovem, bonita, que enfrenta o maior desafio da sua vida.
- “Fdp do cancro”: disse-lhe eu.
- “vou dar cabo dele”: disse-me ela.
- “Que venha rápido o Verão que quero pôr a careca ao sol”.
Uma mulher cujo corpo está doente mas a mente profundamente realista, sã e saudável. Tenho a certeza que é meio caminho para a vitória!
Hoje, emocionei-me e vim para casa com vontade de viver. Sonhar e concretizar. Dar ainda mais valor ao valor que a vida tem. Não adiar o inadiável.
Hoje não foi mais um dia. Foi menos um dia que o tempo e a vida nos deu para cá andar. 
Vamos aproveitá-lo.
Somos viciados em desimportâncias. Em verdadeiras merdas que não têm interesse nenhum.
E não pode ser assim. Não pode, mesmo. "


Este é um post que escrevi ontem no meu instagram e que hoje partilho com os que me seguem por aqui também.
Depois de publicar isto, recebi a notícia que mais uma amiga - outra amiga - está a passar pelo mesmo. Cancro de Mama. Esse maldito!
Duas no mesmo dia. Um nó na garganta. Um aperto no peito. Um murro no estômago.
Outra mulher, mãe, jovem, bonita, minha amiga há tantos anos que já lhes perdi a conta, uma das minhas pessoas do coração, uma força da natureza, um furacão de emoções.
Esse fdp do Cancro. Esse grande fdp!
O Cancro existe. Todos temos alguém próximo com a lutar contra ele. Todos conhecemos casos de dor e outros de sucesso. Amanhã podemos ser nós. Ninguém está livre de se cruzar com esse monstro no caminho.
Este texto é para ler, interiorizar e pôr em prática.
Vamos lá aproveitar a vida e o tempo que a vida nos dá para cá andar.
Não adiem o inadiável.
Vamos todos tentar fazer mais e melhor por nós e pelos nossos.
Marquem aquele café com aquela amiga que não veêm há meses, marquem aquele almoço de família adiado porque as agendas não cruzam, façam aquela viagem que há tanto querem e por falta disto ou daquilo vão deixando para depois, digam aos que amam que gostam deles (mas digam mesmo!), não digam tanta vezes "não tenho tempo", pensem menos, ajam mais.
Sejamos todos mais felizes hoje. Amanhã, pode ser tarde demais.

Um beijo no coração,
Rita Mexia

Fotografia | Sevilha 2018

Vivo a vida a correr sem saber bem onde vou chegar. Vivo com o coração acelerado, os passos coordenados, os planos alinhados. 
Vivo os sonhos até me faltar o ar.
Sonho acordada, durmo iluminada pelo verbo "Confiar" e acredito piamente que a vida sabe onde me vai levar.
Peço que a vida não fique para depois porque depois é sempre longe demais para quem vive os sonhos acordado sem receio do que segue sem parar.
Os sonhos, os planos, os desejos podem caber na palma da mão, e serem maiores que mundo. Depende da perspectiva. Depende sempre.
Somos do tamanho dos nossos sonhos.

Basta acreditar!

Um beijo no coração,
Rita Mexia


Fotografia | Mãe 
Vai fazer um ano que o Duarte colocou os aparelhos auditivos.
Um ano! Já passou um ano!! Parece que foi ontem!
 O Duarte adaptou-se a aos aparelhos como se sempre os tivesse usado. E nós? Nós fomos contagiados pela boa energia dele e reagimos da mesma forma! 
Ele tira, põe, cuida, limpa, guarda na caixa... faz tudo.
Todos os dias tem a preocupação de levar a caixa no bolso do bibe para o caso de os querer tirar, ou acabar a pilha ou estar, simplesmente, a magoar e/ou muito barulho e cansado. Ele gere como bem entende. Não interferimos (muito). Vamos controlando, mas sem exigências.
Nestes 365 dias, nunca o pressionámos. Usou, sempre que quis e tirou sempre que quis. Sem pressão.
Tivémos dias em que acordou e os pediu de imediato, outros em que se lembrou passado umas horas, mas também houve fins-de-semana inteiros em que nem olhou para eles.
A adaptação não podia ter corrido melhor e estou certa que só aconteceu assim pela forma como nós (pais), irmão, família e amigos reagimos e lidámos com a situação.
O assunto foi tratado com a normalidade possível, fizemos tudo para se sentir bem, não o forçámos a nada. Tudo foi avançando à medida que ele se ia sentindo confortável para dar o passo seguinte.
Acho mesmo que o truque foi desmistificar, deixar rolar, deixar que fosse o Duarte a dominar o processo, que ele sentisse realmente as mais valias de ter os “super poderes” nos ouvidos e não apenas na caixa a enfeitar.  
O tempo e a tranquilidade foram os nossos maiores aliados e a verdade é que hoje, passado um ano, até se esquece de os tirar para dormir.
O Duarte tem 5 anos e reage como uma criança com 5 anos!
Sou uma mãe orgulhosa na forma descontraída como ele encarou esta adversidade e nos deu  uma lição de como ser feliz sem ligar a pormenores.
Tem o cabelo curto por opção, joga rugby, anda na natação, tem um desenvolvimento normal para a idade, corre, joga à bola, brinca... faz a vida dele como qualquer criança!
Esconder? Nunca!
Os "super poderes azul e encarnado" fazem parte dele e que lindos que lhe ficam!
Sabem qual foi a maior prova de que o Duarte é muito feliz?
Teve um trabalho na escola onde o objectivo era representar um menino feliz, moldando o desenho com colagens, pintura e/ou desenho.
O Duarte fez um menino a sorrir, olhos grande, pestanas longas, cabelo claro e sabem que mais? O menino feliz do Duarte (como representação do próprio) tinha um aparelho azul no ouvido esquerdo um aparelho encarnado no ouvido direito.
Melhor prova que esta? Não há!
Devíamos todos olhar para as crianças e absorver a normalidade com que lidam com o pormenor, que sendo apenas um pormenor físico visível, para eles faz toda a diferença entre serem crianças felizes ou crianças muito felizes!
E são. Muito felizes. 
A surdez infantil existe! Não façamos dela um tabu!


(Podem ler como foi todo o processo de avaliação e decisão aqui e aqui).

Um beijo no coração 💙

Rita Mexia

Quem vir esta imagem, pensa que é só uma fotografia a uma mesa, duas cadeiras e um fundo a preto e branco com o meu número preferido (17) na cauda de um avião... mas não! Não é só isso! 
É uma fotografia que conta uma história; e é de histórias que a vida é feita.
Estive no renovado Café “Central” em Santarém onde as memórias de infância me invadiram assim que lá entrei.
Estes eram - noutros tempos e com outra decoração -  os “lugares cativos” dos meus avós.
Todos os dias - durante muitos anos - estes lugares estavam reservados para o Sr. Mexia e para a Sr.ª D. Guilhermina, onde tomavam café a seguir ao almoço. Aqui passavam a tarde e conviviam com os amigos. As senhoras faziam crochê, os senhores liam o jornal e falavam da actualidade.
O meu avô - um homem instruído e culto para a época - gostava de ler, coleccionar livro e selos. Adorava trabalhar e orgulhava-se de nunca ter tirado a carta. Dizia que não lhe fazia falta porque tinhas pernas altas para o levarem onde quisesse.  
Era um homem com uma caligrafia ímpar, reservado, adorava viajar e dizia-me que passear nos tornava pessoas melhores.
Falava-me do Egipto e eu, em 2007, lá fui ver com os meus olhos o que ele tinha visto muitos anos antes.
Um homem que às refeições me servia um copo de leite e dizia que o leite “fazia bem aos ossos e me faria crescer forte e saudável”.
Recordo que – quase – todos os Domingos e Feriados almoçávamos no Central. 
No fim do almoço,  eu levava o meu avô - a quem quis os destino roubar as pernas que tanta falta lhe faziam - até ao seu lugar onde o “garoto” lhe era servido no ponto.
Dava-me sempre uma moeda e dizia para as juntar para estudar. Para nunca me esquecer de estudar!
A minha avó: uma mulher bonita, cabelo impecável com a sua madeixa branca, unhas sempre arranjadas e pintadas de encarnado, mau feitio e rezingona; fazia-lhe companhia de corpo presente, enquanto punha a conversa em dia com as amigas.
Um dia de Abril, almoçámos, levei-o na cadeira de rodas até ao seu lugar e despedi-me - como sempre fazia. Nesse dia o meu avô disse mais do que o costume. Disse-me que tinha a certeza que eu seria uma grande Mulher e que teria um futuro bonito. Deu-me duas moedas e fechou-me a mão. 
Foi a última vez que o vi...
Uns minutos depois, após beber o seu "garoto", o coração parou. Caíram-lhe os óculos, depois o jornal. O coração cansado parou ali, diante de todos como se tivesse adormecido num sono profundo.
25 anos volvidos, olho para estas cadeiras enquanto as fotográfo e quero acreditar que ali estão eles, o avô João Mexia a beber o seu garoto no ponto e a avó Guilhermina Mexia a beber o seu café pingado enquanto olham para mim e exclamam com o entusiasmo de quem nunca duvidou:

 “Vês como cresceste forte e saudável?! Estás uma Mulher!!"

Esboçei um sorriso enquanto tirava a fotografia e imaginava esta cena a acontecer ali, diante dos meus olhos e do meu coração.
Segui o meu caminho feliz, porque o "futuro bonito" somos nós que o construímos. 
Basta acreditar e confiar!

Um beijo
Rita Mexia




Copo Térmico para o Rugby

Quem me acompanha no blogue há mais tempo, conhece a minha prática em organizar as “marmitas” cá de casa.
A praia já se foi há muito. Regressámos às aulas . Voltámos à rotina e com ela vieram também as preocupações normais de uma mãe em construção.
O meu filho João mudou de escola em Setembro e com ele mudou também o ritmo, que se tornou mais acelerado e exigente. Mudaram os horários e mudaram as refeições; que passou a levar consigo- quase - todos os dias.
Esta mudança de hábito, levou-me a procurar uma marca que ajudasse a tornar este processo mais fácil, não me obrigando a gastar uma fortuna e mantendo a qualidade que considero imprescindível.
Queria um produto que me desse a tranquilidade (e a ele!) na segurança, preservação e frescura dos alimentos, e no transporte, quer de líquidos ou sólidos, em total segurança (sem desgraçar o material escolar, se não fosse pedir muito).
Cá em casa somos práticos nas nossas escolhas. Escolhemos alimentos saudáveis, simples e coloridos os pratos para que as refeições se tornem um momento divertido.
Encontrei a TEFAL que lançou as Caixas MASTERSEAL que são uma solução inovadora.  “Livres de BPA, são 100% herméticas, anti derrame de líquidos, anti odores externos e anti germes.”
Marmita para a Escola

Eu recomendo as rectangulares (por ser mais prático para mim, apenas por isso), mas no mercado há em 3 formatos (retangular, quadrado ou redondo) e em 19 tamanhos, imaginem!
Podem ser também adquiridas em conjuntos de 3 ou 5 peças.
Existem igualmente em Vidro, ideais para irem ao forno e Microondas, abrangendo as diferentes necessidades de consumo.
Copo Térmico para a escola

E porque a TEFAL é inovadora, têm ainda os Copos Térmicos dos quais estou fã!
Os copos (o bocal é circular e a abertura fácil em click), são revestidos a silicone e 100% herméticos. Práticos e ideais para os meus filhos levarem para os jogos de Rugby (e para eu levar para o escritório!) no Inverno gélido com uma bebida quente ou no Verão para os sumos naturais e bebidas frescas.
Disponíveis em várias cores, os copos de 0,36L mantêm as bebidas quentes até 4h e frias até 8h.
Alguém por aí com boas referências também?
Partilhem comigo!!

Um beijo
Rita Mexia
Créditos | Artistry
Fotogafia cedida pela marca
ALERTA!!
PASSATEMPO NO INSTAGRAM DA M!

Vamos começar bem o Ano Novo? Sim?!
Este passatempo vai decorrer apenas no Instagram, mas convido-vos a passar por lá AQUI para participarem! 

Em parceria com a marca Artistry tenho para vos oferecer um conjunto Artistry studio NYC Edition composto por: 
  •         Cor de Olhos 2 em 1 (Brooklyn Brown);
  •          Bálsamo Labial com Cor (City Coral) e 
  •          Máscara de pestanas (Gotham Black) (imagens em baixo).
 A Artistry apresenta Artistry Studio NYC Edition, uma nova gama para amantes de beleza inspirada nas cidades mais importantes do mundo.
Artistry Studio é uma marca de maquilhagem dedicada aos amantes da beleza de todo o mundo.
Inspirada nas cidades mais famosas a nível mundial, cada coleção de edição limitada capta a essência das mesmas, representando-as com cores, texturas e aromas, desenhados para dar liberdade à artista que tens dentro de ti.

Da arte à cultura, passando pela moda, a Artistry celebra as coisas que nos apaixonam!
Créditos | Artistry
Fotogafia cedida pela marca

Artistry Studio™ NYC Edition - Lash Boosting 3 em 1 Máscara
P.V.P. 32,00 €
Pensa neste produto como um acessório imprescindível para que possas desfrutar de looks distintos e pintar os teus olhos de mil maneiras diferentes. Um rímel, vários olhares!
Este rímel ajustável e multifunções adiciona volume, aumenta o comprimento e separa as pestanas com uma única utilização! Usa a posição alongada para adicionar volume, gire para a posição mais curta para levantar as pestanas e use o lado diagonal do pincel para separar as pestanas.
Tom disponível: Gotham Black

Fotogafia cedida pela marca




Artistry Studio™ NYC Edition - Bálsamo Labial com Cor
P.V.P. 23,70 €
O chique da cidade requer um toque de cor nos lábios. Este bálsamo labial com cor está formulado para hidratar os lábios, ao mesmo tempo que lhes dás cor e brilho. Contém um núcleo central impregnado de manteiga de karité, abacate e azeite de cocô.
Tons disponíveis: NYC Berry; City Coral; 212 Pink






Artistry Studio™ NYC Edition - Cor de Olhos 2 em 1 (Edição limitada)
P.V.P. 34,90 €
Livres de espírito, descontraídos e sexy, os olhos esfumados são obrigatórios para qualquer beleza de estilo boho. As cores dos olhos 2 em 1 têm uma extremidade brilhante acolchoada e uma sombra cremosa na outra extremidade da caneta, proporcionando o máximo de versatilidade. Usa cada lado separadamente para uma maquilhagem mais discreta ou mistura para obter um toque de cor!
Tons disponíveis: Brooklyn Brown; Urban Safari; Tribeca Teal

Créditos | Artistry
Fotogafia cedida pela marca










A nova coleção Artistry Studio está disponível em exclusivo em www.amway.pt ou através dos distribuidores independentes Amway.

Fotografia | Artistry


Para se habilitarem só têm de: 
1) Ser seguidores da minha página de Instagram AQUI;
2) fazer gosto na publicação;
3) Seguir a página de Instagram da Artistry AQUI ;
4) Identificar três amigas na publicação e deixar um comentário original;
5) Podem participar mais do que uma vez, desde que identifiquem pessoas diferentes (não serão aceites tags em celebridades ou páginas de marcas);
6) Podem participar até às 23:59 de dia 06.01.2019
8) O(a) vencedor(a) será escolhido aleatoriamente e anunciado nos instastories no dia 07.01.2019.


Boa sorteeeee!!! 
Bom Ano!!

Um beijo no ❤
Rita Mexia



Fotografia | Isabel Saldanha
Mais uma volta, um piscar de olhos e já cá estamos novamente no balanço do Ano! Meu Deus... tão intenso e tão veloz que foi!
 Entrámos em 2018 os 4. Sozinhos e uns com os outros. Chorei muito à hora certa. Senti que chorar purgaria toda a tristeza que não queria trazer comigo para 2018. Dia 1 de Janeiro, tomámos o pequeno – almoço colados à TV a ver o Concerto de Ano Novo. Todos os anos vemos e todos os anos digo com muita força que: “Um dia ainda vou assistir ao concerto de Ano Novo ao vivo e a cores em Viena”. Quem sabe, um dia, o desejo se realiza!
Avançámos com uma das decisões mais difíceis da nossa vida. Colocámos aparelhos auditivos ao Duarte. 
Se ao início tudo pareceu estranho, hoje faz parte da rotina. 
Uma nova realidade. Um mundo mais claro para ele. Um mundo mais bonito para todos nós.
Mudámos as rotinas de família. Mudámos de casa. Não descansei. Não fomos de férias a lado nenhum. Fui menos vezes a Santarém do que gostaria. Nem sempre disse o que pensava e nem sempre estive com de quem mais amo.
Eu fiz 38 anos. Ele fez 39. Sentimo-nos cansados como se tivéssemos 80.
Em – quase – 365 dias, conto pelos dedos de uma mão (foram 4), as noites que dormi inteiras. Sem acordar. Sem reboliço. Sem chichis. Sem sobressaltos.
O Duarte continua no Rugby com a mesma garra e determinação.
Na escola, tudo se tornou mais bonito. A voz dos amigos ficou mais clara. A vida ficou mais leve.
Passou, em Setembro, para o ano que o está a levar às letras: aprender a ler e escrever com 5 anos.
O João terminou uma etapa importante e começou uma nova igualmente importante. 5º ano. Escola nova. Amigos novos. Desafios permanentes. Novas rotinas. Liberdade e máxima responsabilidade.
Continua no Rugby. Não por paixão, mas por companheirismo, por amizade, por Lealdade. Na minha perspectiva de mãe, vale mil vezes mais!
Perdi muitas vezes a paciência com coisas sem importância.
Agarrei-me ao meu trabalho. Ganhei sempre forças nele. Abraçei desafios. Nunca me nego. Aceito-os sempre com determinação.
Não voltei a São Tomé como estava pensado (e tantas vezes sonhado). Não voltei a Taizé como queria. Fomos a Sevilha 3 dias. Não fomos à EuroDisney. Não andámos de braço dado. Aprendi (ainda mais) a viver com as adversidades. Tornei-me mais forte e mais cansada. Tudo ao mesmo tempo e na mesma proporção.
2019 será outro Ano Novo sem planos.
 O que desejo? O mesmo de sempre!
Que Deus me ajude a terminar este ano e que me traga um 2019 mais tranquilo. Que a saúde nos abrace. Que os amigos e a família nunca nos faltem. Que nunca me falte o sorriso. 
Desejo-vos um Feliz Natal e um 2019 cheio de saúde, família e amigos por perto!
O resto? O resto vem! Basta confiar e Acreditar!

Um beijo no ❤

Rita Mexia


Imagem | Pinterest



Hoje venho falar-vos (novamente) das Festas de Natal da escola dos nossos filhos.
Já estão a sorrir ou de lágrima no canto do olho?
Pois bem, os pais nas festas de Natal dos filhos transformam-se em verdadeiros malabaristas.
Vamos por partes...
Chegados ao local da festa, os pais estão colados à porta. Quando entram, começam por saltar cadeiras para chegar em primeiro lugar à fila da frente aos encontrões às pisadelas e afins. 
Depois, já sentados, começam a preparar o material de registo do momento! 
Assim que abre o pano e entram os artistas, os pais levantam-se imediatamente (e ninguém vê nada) e iniciam um abanar de braços e um sem número de viragens de pescoço a tentar desesperamente que o filhos os vejam, quando os miúdos só vêm luzes e holofotes e gente de braços no ar a gritar “estamos aquiiii!!” “Miguelllllllll!!!! Olha a mamã!!!” Carlota, filha... estamos a Oeste da sala!” Aqui Inês!!! Aqui às 2horas! Guia-te pelo relógio, filhota!”
Os míudos começam imediatamente com reflexos condicionados adquiridos a acenar para a multidão (sem verem absolutamente nada) enquanto os pais bracejam, fazem o pino e se equilibram entre as cadeiras para que os vejam. E eles? Continuam na vida deles. A olhar. A sorrir com aquele nervoso miudinho de quem vai ter o seu momento de glória durante 21 segundos.
Dão inicio ao espectáculo, e lá vem a choradeira...(mais das mães, creio eu...)
Ficamos embevecidos enquanto as nossas crias andam para ali de um lado para outro, a olhar para todo o lado, saltam ou dançam descoordenados, cantam (ou berram), mas são tão fofinhos que dá vontade de ir lá apertar-lhes as bochechas de tão orgulhosos que ficamos.
A festa dura uma eternidade e os nossos filhos e os colegas actuam 1 minuto e meio... no máximo! Mas não faz mal nenhum! Faz parte do processo de socialização e crescimento da criança e cabe aos pais incentivar e motivar estes acontecimentos tão importantes no (e para o) seu desenvolvimento.
São momentos como estes que lhes vão promovendo a auto confiança e o auto controlo.

Eu emociono-me sempre nas festas da escola, mas deixo-me ficar nas filas de trás. Vejo na mesma e o que mais me interessa? Que eles saibam que seja qual for o lugar da sala onde esteja, estou lá. Orgulhosa! Sempre!!

Há alguém por aí que se reveja nesta descrição?
Partilhem!

Um beijo 
Rita Mexia

Tenho um problema de gestão de emoções com mães e pais (especialmente, mães) prepotentes e que acham que os filhos são imaculados, que os filhos nunca fazem nada e que os outros é que os influenciam negativamente.
Os nossos filhos são um reflexo (bom ou mau) do que lhes transmitimos ao longo da vida, dos nosso exemplos, dos valores que praticamos, das nossas ideias e convicções, mas também são seres autónomos, pensantes, indíviduos a construir a sua personalidade, a firmar as suas posições, a ganhar o seu espaço no mundo (louco) em que vivemos.
Mães e pais perfeitos, não existem. 
Existem pais e mães que dão o melhor de si, que fazem o melhor que conseguem (ou acham que fazem), que aprendem a ser pais com a experiência, com os erros, com a frustração, com as quedas, com as alegrias...
Pais que sabem que não há dois filhos iguais, que educar é uma das maiores provações da nossa na vida e que ter filhos não é só apregoar que lhes damos valores, educação e conceitos de boca; é dar  bases sólidas para que tenhamos futuros adultos independentes e conscientes que os pais andam lado a lado e de mão dada com eles, mas que se caírem, tem que se levantar sozinhos, limpar as feridas, gerir frustrações e seguir em frente.
Fico sem palavras (coisa rara!) quando me deparo com mães e pais que se atropelam na defesa incondicional dos filhos, que não dão o benefício da dúvida, que não ouvem o outro lado, que não percebem que isso só dá às crianças a prepotência de ter as “costas quentes” e a noção, totalmente deturpada, que a mãe ou o pai (ou ambos!) estão lá sempre para pôr em causa por eles.
- “O meu filho nunca faria uma coisa destas”... ou " conheço bem o meu filho e não fez isso..."
Dizer isto é tão perigoso...tão perigoso.
Os nossos filhos são crianças. Nós também já fomos, lembram-se? 
As crianças são diferentes em ambiente social e diferentes em casa. Os miúdos testam limites. Tentam a sorte. Testam autonomia. Vibram com ela.
Não sou uma mãe negligente. Não sou uma mãe pouco atenta. Não sou, de todo, uma mãe controladora. Dou liberdade e exijo responsabilidade. Tal como os meus pais fizeram comigo (e até ver não correu mal!).
Eu sou da geração "rasca". Daquela que se viu "à rasca" para se firmar, para se afirmar!
Os meus filhos vivem noutra geração. Bem diferente da minha. Muito mais aberta, muito mais permissiva, muito mais disponível e acessível e também, muito mais perigosa (o progresso e os dois lados da moeda!).
Queira Deus (e a educação que lhes incuto em casa) que os meus filhos sejam homens com respeito pelo outro, que saibam tratar uma senhora com educação e cuidado, que se dêem ao respeito e sejam respeitados no limite da sua liberdade sem que para isso precisem de se esconder ou apoiar na saia e na asa da Mãe e do pai.

Queremos futuros adultos firmes, bem formados, autónomos e indepentes e não miúdos mimados, insolentes e meninos da mamã. 
Pronto. Já disse.

Um beijo
Rita Mexia





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SOBRE MIM

RITA MEXIA, 39 anos. Ribatejana de gema. Alfacinha de coração. Mãe do João e do Duarte. M de apelido e mexida por natureza!

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