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Memórias da M por Rita Mexia


Imagem @ Huawei Mobile Portugal


#OFERTA (não vão vocês vir aqui dizer que estou a infringir a Lei e cenas)

Esta é a Star. A intérprete de Língua Gestual da app #storysign da Huawei Mobile Portugal.

Sabiam que há cerca de 32 milhões de crianças surdas no mundo?
“O StorySign é uma aplicação gratuita, que tem como objectivo ajudar crianças surdas a ler, interpretando em língua gestual o texto de livros previamente selecionados. Através do poder da Inteligência Artificial e da realidade aumentada, o StorySign dá vida a estes livros e permite às crianças surdas desfrutar das suas história como qualquer criança merece.” ♥️

É conhecida a missão a que me propus quando o Duarte nasceu.
As missões são para levar a sério e esta é, sem dúvida, um caso sério de amor.
A Huawei Mobile lançou esta app maravilhosa que ajuda os meninos surdos no desenvolvimento da leitura.
A maioria das pessoas não sabe, mas os surdos (profundos, moderados ou graves; não interessa o grau) tem dificuldades na aprendizagem da leitura.
Esta app é para todos!
Os que são #surdosqueouvem e são oralizados, para os que não são e falam através de Língua gestual e para todos os meninos que queiram aprender.
Aprender Língua gestual devia ser obrigatório nas escolas e eu quero muito que o Duarte aprenda. Não só pelo receio do futuro, mas porque o saber não ocupa lugar!
Agradeço à Huawei Mobile Portugal a oferta dos livros que estão disponíveis na app #storysign.
Esta app é gratuita e está disponível para Android e iOS.
Vamos ler e aprender?
Vamos a isso!

Um beijo no coração,
Rita 

Imagem | Google










Fui ontem ver este filme.

"Impactante" é a palavra que encontro para o definir.
Saí a achar que não tinha gostado. Saí a suspirar com a tensão dos 121 minutos naquela sala de cinema. Saí a precisar de apanhar ar puro para reflectir.
Gosto de sair do cinema (como gosto de ler um livro) e ficar a pensar nele, a processar a informação, a reter ideias, a interpretar o que vi e ouvi.
Este filme é muito mais do que um relato de um artista falhado (sendo simplista e não spoiler para quem ainda não viu 😊 ). 
É o retrato da sociedade egoísta em que vivemos, é o retrato de muitos “Jokers” que se cruzam diariamente connosco. É a linha ténue que separa a esperança do desespero, a violência da desistência, a infelicidade da obrigatoriedade de uma felicidade - nem que seja fingida.
Vi este filme com o coração na mão (e de mão dada com a minha "mana" Marta que, desde sempre, tem pavor de palhaços e que se encheu de coragem e foi comigo ver o filme!).

Vi, nesta personagem absolutamente fascinante, o olhar de alguém que conheço e que me desconcertou. Vi um olhar que grita socorro, um olhar e uma linguagem corporal que exalta os fantasmas, os medos, o fracasso, a profundidade da complexidade humana que vai muito para além do que os nossos olhos acelerados conseguem alcançar.
Este Joker é o retrato de uma sociedade exigente, o retrato de uma sociedade que não suporta “gargalhadas” maiores que a sua. Uma sociedade onde o Ego se sobrepõe à inteligência e à diferença.

O poder de algo que nos bate de frente e que se prolonga no tempo, é absolutamente arrebatador.
Sonhei com o filme. Andei o dia todo com “aquele” olhar e com aquela linguagem corporal na cabeça.
Aquele "olhar" que tantas vezes menosprezamos nos outros e que com toda a certeza já menosprezámos em nós próprios.
O medo aterrador de uma profundidade que não queremos ver à superfície.
O medo de termos um bocadinho de "Joker" dentro de nós. 
E temos. 
Todos.
Só não vê, quem não quer.

Joker: que murro no estômago! 

Um beijo no coração,
Rita


Foto telemóvel - Janeiro de 2018 a fazer os moldes para os Super Poderes

(texto publicado  no dia 17/10/2019 no meu Instagram e partilhado no facebook)


Hoje, antes de ir para a cama, o Duarte chamou-me para dizer que estava um barulho assustador no quarto. Um barulho horrível, um som que vinha da janela.
Abri a janela e ele espantado, disse:
- mãe, isto é a chuva! Estou a ouvir a chuva! Eu consigo ouvir a chuva!
Não consigo explicar por palavras o que os olhos dele me disseram, mas posso garantir-vos que este miúdo, todos os dias, sente emoções novas. Todos os dias se espanta com algum estímulo novo!
Já tinha ouvido a chuva, mas nunca como hoje lhe tinha feito tanto sentido!
Uma coisa tão simples fez do dia dele um dia mais feliz (e do meu também!)
Foi dormir todo contente:
- xiuuu, mãe! Não vês que estou a ouvir a chuva?
♥️


(Nesta foto, em 2018, a fazer os moldes para os seus Super Poderes)


Com Amor,
Rita 

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SOBRE MIM

RITA MEXIA, 39 anos. Ribatejana de gema. Alfacinha de coração. Mãe do João e do Duarte. M de apelido e mexida por natureza!

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