Inspiração!


 
Mulher, MÃE, M de apelido, mexida por natureza!
Positiva?! Muito!
Tenho memória de elefante!
Sou apaixonada pela vida, apaixonada por pessoas.
 Sou saudosista e adoro sonhar (talvez fruto de uma memória que me traz “memórias” com facilidade).
Casada com o N., mãe do J. e do D.!

Vamos lá então...
Desde que engravidei do D. em Setembro de 2012 que tenho vontade de criar um blogue.
Não sou escritora, não tenho o dom da escrita, mas sempre gostei de o fazer.
Escrevo muito para mim, para os meus filhos, para as minhas memórias...costumo dizer a brincar que "um dia compilo as dezenas de folhas soltas que tenho lá por casa e edito um livro". Não sei se o farei, mas espero que os meus filhos gostem de ler o que por lá escrevi sobre eles.


Fui adiando a ideia, o tempo foi passando e nada aconteceu... entretanto a minha amiga B. (que orgulho nesta amiga!) ligou-me um dia de Março deste ano (a memória ajuda-me e sei o dia e o local exato onde me encontrava quando me ligou!) a dizer que estava a pensar fazer nascer um blogue! Fiquei excitadíssima com a ideia, porque na realidade a B. estava a levar avante um plano que eu já tinha há muito e que n tinha tido tempo e talvez coragem para o conceber.
A B. estava numa situação crítica, numa gravidez muito desejada, mas com muitas complicações. O nascimento das "Crónicas de uma grávida acamada" (tanto que brincámos com este nome pesado), veio trazer-lhe vida, dar-lhe alento para aguentar as horas do dia e da noite que teimavam em não passar. Arrisco a dizer que as Crónicas fizeram-lhe melhor que uma confortável cadeira de psicólogo :)!
Tornei-me uma das suas maiores seguidores. Li todos os seus posts, chorei com alguns e ri com outros.
As Crónicas da B. tornaram-se parte do meu dia.
Por vezes perguntam-me se somos amigas de infância... não, não somos!
Somos amigas desde os tempos da faculdade, fomos apresentadas pelas minhas amigas de infância.
Não somos grandes amigas desde esse tempo. Erámos amigas, saimos à noite, mas não partilhávamos grande coisa...ao longo dos 16 anos que temos em comum, fomos criando uma cumplicidade e uma amizade que foi crescendo e se foi fortalecendo.
Hoje não passo sem a B., sem a M. (minha sobrinha mais linda) sem o V. (o valentão do grupo).
Muitos poderão achar que esta minha ideia é imitação, outros acharão que é moda, outros acharão correctamente que é inspiração!
Não tenho a pretensão de ter seguidores, não esse o meu objectivo.
A vida passa num instante, não temos tempo para nada e raramente dizemos a alguém de quem gostamos que realmente gostamos dela.
Quero, com as Memórias da M a possibilidade de ter o meu confortável cadeirão de psicólogo e através das palavras expressar aos que mais gosto, o quanto gosto deles!


Ando há uns meses a pensar nesta hipótese e ontem, subitamente num duche morno após uma noite difícil com o baby D, surgiu-me uma letra, o M. Gosto da letra M! Sempre gostei!

Sou M de apelido, sou Mulher, sou Mãe, sou Meiga (tem dias!),tenho Memória que nunca mais caba, não vivo sem o Mar, se tivesse uma filha seria Maria, e aos meus filhos chamo carinhosamente um nome começado por M, Micas!
Trabalho a tempo inteiro, sou mãe a tempo inteiro e faço turnos com o meu marido quando ambos precisamos trabalhar até mais tarde.
Vivemos em Lisboa, temos uma vida profissional extremamente activa sempre a correr de um lado para o outro, e temos que nos revezar entre trabalho, os miúdos, as actividades dos miúdos, os horários dos miúdos e o nosso pouco tempo para conversar e namorar.

Tenho dois ricos filhos! Dois queridos rapazolas, totalmente diferentes fisicamente, mas emocionalmente muito próximos, muito cúmplices apesar da diferença de 5 anos que os separa.
O J. adora o D. e o D. não vive sem o J.!

Não tenho irmãos de sangue (tenho duas emprestadas que valem por 10!), e por isso não consigo dar o real valor à relação e ao sentimento que une os meus filhos, mas posso garantir que aquilo que sentem é forte como o aço, que vem bem lá do fundo do coração e que estes dois miúdos vão ser amigalhaços à séria!

Gosto da ideia de partilhar as minhas histórias.
São pouco interessantes a maior parte, mas só o facto de desabafar é reconfortante!
Que se cuidem os psicólogos que tanto admiro. Se isto vira "moda", coitados, ficam sem pacientes.
bjs
 

 

 

 

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